Bom...a família toda, exceto meu irmão, foi me levar ao aeroporto. Mas antes de sair de casa, ele me deu o escapulário que ele usa, dizendo que iria me proteger, por que a vó já havia abençoado várias vezes. Chorei! Passamos na casa da minha outra avó (mãe do meu pai) para eu me despedir. Surpresa. Minha vó, mãe da minha mãe estava lá.
Por fim, saimos de Piracicaba umas 14h30 e chegamos a Sampa as 16h. Só que o trânsito na marginal estava infernal e demoramos 3h pra conseguir chegar ao aeroporto.
Lá, a fila de check in estava enorme, dando volta no saguão. Consegui embarcar a mala e tive que correr para trocar meu money. Nem deu muito tempo para me despedir. Dei um abraço e beijo em cada um e entrei para o embarque.
O vôo não atrasou. E que vôo demorado, mais de 9 horas. Foi bem tranquilo, sem turbulência. A lista de filmes continha MAMMA MIA! Começei a ver, mas eu estava morta e advinhem? DORMI! Só acordei na hora do jantar...purê, carne e ervilhas.
Chegando em Chicago, o avião foi baixando e deu para ver, pela primeira, a cidade coberta de neve. Branquinho.
Saindo do avião, fomos para a imigração, que foi super tranquilo. Peguei a mala e despachei-a novamente. Ai, fui para a fila da revista. Até o tênis tive que tirar.
Minha fome era grande e pedi um Cappuccino com um Muffin de Blueberries.
Enrolei um tempão no aeroporto. Andei para cima e para baixo para esperar o vôo que saia às 11h00.
Quando chegou a hora, embarquei. Mas o avião demorou muito para decolar, ficou na pista esperando autorização. Quando finalmente subiu, o tempo abriu e chegou a fazer sol. Mas esse vôo foi cheio de turbulências.
Ao pousar em Toronto, bateu uma vontade de sair correndo pra ver a Lígia, mas a mala demorou muito. A gente então, se falou pelo telefone. Liguei para avisá-la.
Quando nos encontramos, quase chorei...que saudade! E logo começaram as aventuras...a Lí não sabia para que lado ir, rodamos uns 5 minutos até conseguir ir pro lado certo, onde tomamos um taxi. Segundo a Lí, aqui todos os taxistas são indianos, e o nosso também era.
Ao chegar na casa dela, conheci a Carol, uma das meninas que moram com ela. Super bacana. Liguei para casa e pedi para mamis ligar para o Léo. E agora estou aqui...
FELIZ NATAL! E muito frio!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
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